Vicios de Garotas

domingo, maio 16, 2010


Meia-calça

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O inverno tá chegando e meia-calça vem com tudo, valoriza bem as pernas da mulherada. Pra começar você tem que saber como é que se usa a meia-calça, ela precisa combinar com o sapato, principalmente as coloridas.



Caso você compre uma meia-calça quase do mesmo tom da sua pela, para parecer que está bronzeada, NÃO COMPRE, é uma furada, pois só as pernas vão parecer que estão bronzeadas.
Pernas grossas : evite as meias-calças redandas, mescladas, bordadas e as mais claras. Mas se mesmo assim você queira usa-las prefira as mais escuras, vinho, azul-marinho, preta.
Pernas finas : Pode usar e abusar das cores, as berrantes principalmente dão aparência que as pernas estão mais grossas. Use as rendadas, bordadas. Evite as com desenhos verticais caso você tenha as pernas finas e muito longa.


sábado, maio 15, 2010


Vale a pena ler !

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Oiiiii, depois de um bom tempo sem aparecer, resolvi postar hoje, senti saudades daqui *-*. Depois que eu fiquei sem internet deu uma preguiça de voltar pra cá, começaram as aulas, atolada de trabalhos. Durante esse tempo eu li alguns livros e consegui ler A menina que roubava livros, eu queria ler a um bom tempo, e AMEI, o livro é muito bom e impolgante.

Eu recomendo !





Sinopse :

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.
Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler !